Quais os melhores Pontos Turísticos de Bérgamo, na Itália; Roteiro de 1 dia na cidade

Entre aberturas e fechamentos do comércio e das divisas no início deste 2021 – que muita gente até acha que parece uma continuação de 2020 – a Itália segue no combate ao corona vírus e busca seguir para o fim de uma pandemia que já dura mais de um ano. Durante a chamada fase amarela da Lombardiaque permite deslocamentos dentro da mesma região -, eu e o Bruno resolvemos fazer um bate-volta para Bérgamo, cidade que fica pertinho de Milão e que se mostrou uma surpresa mega agradável e uma ótima opção de passeio saindo da cidade milanese.

Essa introdução foi para lembrar você que apesar de ter sido um passeio agradável e uma escapadinha em um sábado de sol, estávamos em pandemia e, por isso, os museus e demais atrações estavam fechadas para visita. E se você está lendo esse post já quando tudo voltou ao normal – oremos – saiba que também vou colocar no texto outras coisas legais que tem para fazer na cidade – e que eu não pude fazer nesse dia por conta da situação em que nos encontramos hoje.

Recados dados, bora para Bérgamo?!

Como chegar à Bérgamo?

Bérgamo está localizada no centro da Lombardia, a cerca de 50 km de Milão. É possível chegar à cidade de carro, ônibus, trem (como fizemos) e avião. Pois sim, em Bérgamo está localizado um dos aeroportos internacionais próximos de Milão, ou seja, muita gente passa por lá e nem sempre consegue tirar um tempinho para explorar a cidade.

Para ir de carro, é possível acessar a rodovia A4 – Milão – Veneza, e pegar a saída de Bérgamo. Já de ônibus, existem os sites de transporte da Província de Bérgamo (clica aqui) e da Região da Lombardia (clica aqui). 

Se a ideia é ir de trem, como fizemos, é possível sair das estações de Milão, Lecco e Brescia. Saindo da estação Milano Centrale, levamos cerca de 50 minutos até a estação de Bérgamo. Pagamos 5,50€ pela passagem de ida (e o mesmo valor depois, na volta).

Por fim, de avião, há o Aeroporto Internacional de Bérgamo, localizado a cinco quilômetros da cidade. Saindo do aeroporto, há um ônibus (ATB linha 1) que funciona a cada 20 ou 30 minutos. Info ATB Point 035 236026 – atbpoint@atb.bergamo.it – ATB

História de Bérgamo

A história de Bérgamo é antiguissima, remonta ao século 400 a.C., quando há indícios de que houve por ali o primeiro assentamento de uma vila celta na colina de Bérgamo. Mais para frente, em 197 a.C., a cidade passa pela colonização romana, e ainda mais tarde, em 49 a.C. é reconhecida por Roma como município. Depois do período de domínio romano, alguns séculos depois, a cidade passa pelas mãos dos lombardos, dos francos e enfim cai na mão de um bispo que reergue a estrutura de defesa da cidade com seus muros altos. Só depois desse período, em 1098, é que a cidade se torna uma cidade livre, sob a jurisdição de cônsul. Neste período, é iniciada a construção da Basílica de Santa Maria Maggiore e do Palazzo della Ragione na cidade alta.

Antes de chegar aos domínios de Veneza, já em meados de 1428, Bérgamo ainda passa pelas mãos de um visconti, até ser dominada pelo leão de San Marco e assim permaneceu por três séculos e meio. Durante esse período, a cidade ganha reforços de defesa, tornando-se uma cidade-fortaleza, com seus muros altíssimos.

E só em 1797 Veneza é derrotada pelo exército de Napoleão. Nessa época, nasce a República Bergamasca que, mais tarde, fará parte do Reino da Itália. Com o passar dos anos, o povo de Bérgamo participa de grandes momentos da história, como no Rissorgimento da Itália, um movimento que surgiu para unificar os diversos territórios.

Com o passar dos anos, a cidade foi se desenvolvendo e se tornando hoje uma cidade conhecida no norte da Itália, com muita história para contar.

O que fazer em Bérgamo?

A cidade de Bérgamo é dividida em duas: a cidade alta, no alto da colina, mais antiga e que reúne as principais atrações que vamos abordar aqui, e a cidade baixa, mais moderna e dinâmica. Parte do seu esplendor se deve ao domínio de Veneza – que tratamos ali em cima – que deixou uma herança arquitetônica, histórica e cultural bem bacana de ser vista e visitada no centrinho histórico de Bérgamo.

É possível fazer um bate e volta partindo de Milão até Bérgamo porque, apesar de ter bastante coisa para conhecer, é um passeio rápido e agradável. A própria cidade propõe alguns tipos de roteiro no site Visit Bergamo (clique aqui para acessar) e um deles, inclusive, sugere um roteiro rápido pela cidade alta e pela cidade baixa em apenas seis horas.

Se você não está afim de passear, andar por centros históricos ou já conhece Bérgamo – ou insira aqui qualquer outro motivo válido -, a cidade também é super acolhedora para quem deseja apenas tomar um aperitivo ou um gelato e curtir a tarde ensolarada sentado em um dos muitos cafés e restaurantes na Piazza Vecchia. Vimos muitos italianos e turistas fazendo isso e confesso que fiquei com vontade de voltar ali com mais tempo e ficar sentada, vendo a vida passar e jogando conversa fora! (Acho que depois de uma pandemia, passamos a dar mais valor a esses momentos de interação social, hahaha).

Nosso roteiro por Bérgamo

(Ei, Voyajante? Você pode pular essa parte que conto como foi o nosso dia em Bérgamo e ir direto para as principais atrações ali embaixo, se quiser!)

Dito tudo isso, você já sabe então que o ideal é chegar cedo para aproveitar bem a cidade. Saindo de Milão por volta das 8h, chegamos à estação de Bérgamo a tempo de tomar um bello cappuccino e nos prepararmos para seguir direto para a cidade alta. Ao sair da estação na cidade, você vai perceber que existe uma avenida enorme em frente à praça da estação, é por essa via (chamada de Viale Roma) que você deve seguir direto e, no fim dela, há o funicular para levar para a cidade alta.

Vimos que há ônibus que passam nessa avenida e levam para a cidade alta, essa também é uma opção se você estiver com preguiça de ir a pé até o funicular, ou se tem pouco tempo para conhecer tudo. Nós fomos a pé e percorremos cerca de 1,3 km de distância (segundo o Google Maps, 15 minutos a pé), com uma paradinha básica para o nosso cappuccino já citado ali em cima.

Com as energias renovadas, seguimos para o funicular. Compramos o ingresso na bilheteria que tem ali do lado da entrada (1,3€) e subimos. É sempre uma experiência divertida andar de funicular (me lembrou o que andamos em Zagreb, na Croácia). A “viagem” é super rapidinha e logo você já chega na entradinha do centrinho histórico de Bérgamo, e é aí que começa o passeio pela cidade alta.

Aqui uma pequena pausa para um recadinho: nós não tínhamos um roteiro estruturado para Bérgamo porque escolhemos visitá-la um dia antes. Estávamos meio “soltos” por ali e foi bacana a experiência de deixar a cidade nos surpreender. Claro que se você não tem pretensões de voltar tão cedo à cidade, recomendo que estruture um mini-roteiro para aproveitar ao máximo o passeio. Nós não tivemos tempo para isso e também não tínhamos muitas atrações abertas, então meio que deixamos a vida levar nesse dia, hahahaha.

Passamos a manhã caminhando pela cidade e fomos descobrindo entre as suas vielas as lojinhas um centro histórico bem preservado. Caminhando um pouquinho, encontramos a Piazza Vecchia, que é quase como o coração da cidade alta, com muitos cafés, restaurantes, e também a torre do sino, símbolo da cidade medieval. “Gastamos” um tempinho por ali e depois seguimos para atrás do Palazzo della Ragione, onde encontramos a Basílica de Santa Maria Maggiore, o Duomo da cidade e o Batistério. Depois de conhecermos cada um deles (os detalhes estão todos abaixo), pegamos uma viela do lado direito do duomo (esquerdo da basílica) e seguimos por ali, subindo uma escada, passamos por detrás da igreja e fomos caminhando até o muro de defesa da cidade. Dali, a fome já estava batendo, e saímos para procurar um lugar para almoçar (não havíamos reservado nada, um grande erro), e acabamos voltando para a Piazza Vecchia, onde conseguimos uma mesa para almoçar.

À tarde, já um pouco cansados do sobe e desce e das andanças, deixamos nos perder mais um pouquinho pelas vielinhas e fomos conhecer as outras partes da cidade alta que ainda não havíamos conhecido. No meio da tarde, aproveitamos para experimentar o gelato stracciatella no restaurante La Marianna, foi lá, inclusive, que esse sabor – que no Brasil chamamos de sorvete de flocos – foi inventado. E é uma delícia, super recomendamos!!

O fim de tarde foi mesmo para começarmos a tomar nosso rumo para casa. Voltamos todo o caminho, passando novamente pela Piazza Vecchia, sentido funicular. Chegamos na frente dele mas, dessa vez, ao invés de descer por ele, pegamos a viela à direita (olhando de frente para o funicular), e seguimos por ela até encontrar a belíssima Porta San Giacomo. Passando por ela, é possível descer – ou subir, se você tiver pique e não quiser usar o funicular – as escadas até chegar na cidade baixa.

Falando na cidade baixa, inclusive, não vimos nada por ali. Fica para a próxima visita à Bérgamo, porque nesse dia apenas passamos direto pela Viale Roma novamente, sentido estação de trem, e fomos embora.

Agora, sem ainda mais delongas, vamos para as principais atrações de Bérgamo detalhadas? Pois sim:

Principais atrações de Bérgamo

Bérgamo Alta

A maior parte do patrimônio histórico e cultural está na cidade alta. Com uma enorme fortificação – ainda de pé e conservada – construída quando foi dominada por Veneza, a cidade no alto da colina é um convite à visitar um passado cheio de histórias interessantes. Como tudo é muito perto por ali, a visitação é bem fácil e pode ser percorrida a pé pelas ruazinhas medievais.

E para chegar à cidade alta, já falamos né? Basta pegar um ônibus – jeito mais rápido – ou o funicular que liga à cidade baixa ao alto da colina – jeito mais charmoso. Chegando na pracinha do funicular (Piazza Mercato delle Scarpe), já é possível adentrar na cidade alta e escolher se perder ou seguir um mapa para descobrir seus encantos.

Funicular e Piazza Mercato Delle Scarpe

Funicular de Bérgamo

O funicular é uma ótima maneira de transitar entre a cidade baixa e a cidade alta (já andamos em um em Zagreb, na Croácia, lembra?). O de Bérgamo é bem antigo, ele existe há mais de 120 anos e atravessa as muralhas construídas por Veneza para ligar as duas partes da cidade com dois carrinhos que se revezam na subida e na descida.

A rota foi projetada pelo engenheiro Alessandro Ferretti, em 1887. A sua primeira versão já tinha dois carros movidos a vapor, interligados por um sistema de vaivém, em que o peso de um ajuda a levantar o outro. Mais tarde, em 1917, o sistema foi modernizado, com a adição de mais um trilho, reforma das estações e até a construção de uma sala de espera com varanda na estação superior. Até hoje o funicular está em pleno funcionamento e, em poucos minutos, faz o trajeto de 240 metros, com altitude de 85 metros e inclinação máxima de 52%.

Pegamos o funicular para sair da cidade baixa e chegar à cidade alta pela manhã. Foi super rápido, mas que compensa pelo “corte de caminho” e pelo passeio em si, afinal se trata de um meio de transporte centenário. O valor foi de 1,30€ por pessoa e por trecho. Lembrando que se você não estiver afim ou quiser economizar, é possível subir por uma escada e rampa, se você entrar à esquerda do funicular – sentido quem sai da estação de trem e segue para a cidade alta – , um pouco antes de chegar na estação inferior.

Assim que você chega na cidade alta, você desce na Piazza Mercato delle Scarpe (em português, mercado dos sapatos), local com inúmeras atividades comerciais. Em 1430, essa praça servia para venda de calçados, daí o seu nome, e o edifício que a rodeia era a sede da guilda dos sapateiros.

Piazza Vecchia

Saindo da Piazza Mercato delle Scarpe, seguimos por uma ruazinha à direita (de costas para o funicular), e fomos andando pelas vielas medievais. Por ali já existem várias lojinhas e restaurantes. Um pouquinho adiante, chegamos na Piazza Vecchia, o coração da cidade alta de Bérgamo. Logo na chegada, já nos deparamos com uma fonte, doada em 1780 para Bérgamo pelo veneziano Alvise Contarini. Mas a praça tem muito mais que isso.

O Palazzo della Ragione em Bergamo

Com diversos bares e restaurantes, a Piazza Vecchia reúne as principais construções históricas da cidade antiga, que são a Torre del Comune, a Biblioteca Cívica e o imponente e atraente Palazzo della Ragione. É aqui, na Piazza Vecchiaou praça velha, em português – que você pode parar então um tempinho para admirar as construções históricas e também, se quiser, tomar um bello capuccino ou um Spritz Aperol dependendo da hora do dia, hahahaha.

A praça começou a tomar a forma que tem hoje perto dos anos 1400, com o início da dominação de Veneza. A sua aparência definitiva veio mais tarde, com a construção da nova prefeitura, no fim do século XVI. O prédio branco, coberto de mármore, hoje abriga a Biblioteca Cívica, que hoje guarda parte da história da cidade em seus arquivos, repletos de pergaminhos manuscritos e outros documentos.

Torre Cívica – a construção do século XII se destaca pelo seu relógio e pelo sino que toca, todos os dias, às 22h. Essa tradição é repetida desde os tempos remotos, quando o sino era acionado para anunciar reuniões do conselho e também para avisar sobre o fechamento noturno dos portões da cidade. É o símbolo da Bérgamo medieval, com 52 metros de altura e o legal é que é possível subir na torre e ter uma vista panorâmica da cidade (nós infelizmente não pudemos, pois estava fechado por conta da pandemia).

Torre Cívica

Palazzo della Ragione – possui, em baixo relevo, o leão de Veneza como símbolo. É considerado um dos palácios mais antigos da Lombardia, datado do século XII. O edifício foi utilizado originalmente como sala do conselho e, depois, como sede da corte da justiça e ainda como teatro e biblioteca. Os arcos embaixo do Palazzo della Ragione era um filtro entre a Piazza Vecchia, concentração do poder cívico, e a Piazza del Duomo, símbolo do poder religioso.

Piazza Del Duomo

Passando por baixo dos arcos do Palazzo della Ragione, chegamos à Piazza del Duomo, que reúne as construções religiosas da cidade alta e, também, a catedral. Os imponentes prédios são de tempos históricos diferentes mas, juntos, compõem um interessante conjunto arquitetônico. À direita de quem chega pelos arcos do palácio, está o Batistério. Ao seu lado, a Capela Colleoni e, na sequência, o pórtico de entrada da Basílica Santa Maria Maggiore. À esquerda, é possível ver a Duomo de Bérgamo alta.

Batistério – o batistério foi colocado no seu local atual em 1898 mas sua origem é bem mais antiga, de 1340, quando foi erguido dentro da Basílica de Santa Maria Maggiore. Com oito lados, sua fachada possui o mármore vermelho de Verona e colunas exibem estátuas do século XIV que representam as virtudes. O prédio é aberto apenas para batismos.

Capela Colleoni – construído para abrigar a tumba de Bartolomeu Colleoni, líder político famoso na época. Para fazer o próprio túmulo, Colleoni mandou demolir uma parte da basílica já que escolheu um dos lugares mais prestigiosos da cidade para ser enterrado. Contratou um dos mais famosos artistas da época, Giovanni Antonio Amadeo, para realizar o serviço, que construiu uma fachada decorada com mármore e baixos-relevos. A decoração da capela faz referência à cultura de Roma, à religião cristã e também aos trabalhos de Hércules – que acredita-se que é ancestral de Colleoni – representado em quatro blocos abaixo dos pilares da fachada.

Basílica de Santa Maria Maggiore – um dos maiores monumentos da cidade pelo seu lado histórico e artístico. A Basílica de Santa Maria Maggiore foi construída após uma epidemia de peste, quando os moradores de Bérgamo apontaram ali como sendo um lugar de fácil acesso. Sua construção se inicia em 1137 e, em meados de 1300, Giovanni da Campione foi contratado para construir a entrada ao norte (pela Praça do Duomo), com o pórtico com leões de mármore vermelho. A estátua de Santo Alexandre foi adicionada no fim do século. O interior da igreja possui afrescos e recebeu uma decoração barroca e obras de arte que foram acrescentadas mais tarde. O lado sul da igreja, que pode ser acessado pela rua paralela, possui um portal com leões de mármore branco.

Basílica de Santa Maria Maggiore

Duomo de Bérgamo por fim, mas não menos – mesmo – importante, o Duomo de Bérgamo começou a ser construído em meados do século XV e finalizado em 1600. O local é dedicado a Sant’Alessandro e, lá dentro, é possível conferir os trabalhos de artistas como Gian Battista Tiepolo, Giovan Battista Moroni, Sebastiano Ricci e Andrea Previtali – que foram acrescentados apenas no século XIX, quando também foi construída a cúpula da igreja. A fachada é de 1866. Uma curiosidade é que foram descobertas, no subsolo da catedral, a presença de duas outras igrejas que tinham dimensões parecidas com as da igreja atual. Acredita-se que eram ricamente decoradas, pois foram encontrados mosaícos do século VI e afrescos do século XII. Tudo isso pode ser visto também no Museu e Tesouro da Catedral (que não pudemos visitar por conta da pandemia).

O muro medieval e as portas da cidade

O muro que protegia a cidade de Bérgamo no alto da colina começou a ser construído em 1561, sendo finalizado em 1588. Na muralha, com quase seis quilômetros de comprimento, foram colocadas quatro portas que correspondiam às quatro principais estradas que levavam às cidades vizinhas e outros territórios: Porta Sant’Agostino – na estrada que levava à Veneza; Porta San Giacomo – na estrada para Milão -; Porta Sant’Alessandro – na estrada para Lecco e Como -; e Porta San Lorenzo – que dava acesso à estrada para os vales.

As paredes nunca sofreram nenhum ataque, mas a cidade e o muro eram também protegidos por armamento estrategicamente colocados para impedir a aproximação de inimigos. Segundo o site Visit Bergamo, é possível visitar os canhões de San Michele e San Giovanni durante a primavera e o outono (estivemos lá no inverno).

É super fácil de achar o muro, com uma caminhadinha para a extremidade do centro histórico (por exemplo próximo ao funicular, à direita, ou indo por trás da basílica de Santa Maria Maggiore, um pouco adiante), já é possível encontrar a grande muralha e ter uma vista privilegiadíssima de Bérgamo baixa. Um fim de tarde por ali, inclusive, é recomendadíssimo para aproveitar o panorama e fazer fotos bem legais.

O que mais tem pra fazer em Bérgamo?

Ali em cima eu citei então tudo que fizemos no nosso um dia pela cidade. Claro que tem muito mais coisas para ver e fazer, então separei aqui embaixo mais algumas sugestões se você tiver mais tempo que nós por lá. Lembrando também que mesmo na cidade alta, onde vimos bastante coisa, não entramos em nenhum museu – estavam fechados aos finais de semana por conta da pandemia.

Bom, primeiramente falando da cidade baixa, simplesmente faltaram muitas coisas para ver por ali. A Torre dei Caduti (uma homenagem aos mortos na Segunda Guerra Mundial), a igreja Santa Maria delle Grazie, a Porta Nuova (essa vimos de passagem), a Accademia Carrara (com milhares de obras de arte), as igrejas de San Bartolomeu e Santo Spirito e a Galeria de Arte Moderna, são alguns exemplos de que compensa voltarmos à Bérgamo para passear mais um pouco.

A cidade baixa de Bérgamo também tem várias coisas legais para conhecer

Além disso, também não conhecemos, infelizmente, o Castello di San Vigilio, que foi construído no século VI e, pelo que pesquisamos, proporciona uma vista maravilhosa da cidade. Também faltou o Complesso della Rocca, sede do museu do Ressurgimento e centro do sistema defensivo de Bérgamo quando era dominada por Veneza.

Com certeza todos esses motivos acima são motivos mais do que válidos para voltar – como se precisávamos de um motivo para passear, né? Hahahaha. E você, o que achou? Depois me conta se você se interessou em deixar um tempinho a mais na Lombardia para conhecer essa cidade cheia de história.

E não esquece, já tem muita coisa aqui no blog sobre a Itália, clica aqui para ler tudo e ajudar você a montar o seu roteiro pelo país da bota!

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