Viajar pelo Brasil: mais de 7 destinos nacionais para conhecer em 2026

O Brasil está na moda e nem sou eu quem estou dizendo isso. Em 2025 batemos o recorde de visitantes estrangeiros por aqui com mais de 9,2 milhões de visitantes internacionais, um aumento de 37,1% em relação a 2024, que até então detinha o recorde histórico de 6,7 milhões. Inspirada nesses números e em uma feira que visitamos no ano passado, hoje resolvi compartilhar com você, voyajante, alguns destinos nacionais que estão na minha listinha de desejos para conhecer em 2026 – ou quando for possível. Bora ver?

Antes de tudo, e como sempre aqui no blog, vou contextualizar, rs. Depois de quatro anos vivendo na Itália e visitando alguns destinos europeus, no fim de 2024 voltamos a morar no Brasil. E um dos nossos principais objetivos nessa volta – além de reconstruir a vida por aqui e resgatar nossas raízes – é conhecer (ou revisitar) destinos nacionais e também explorar mais a América do Sul. Claro que ainda não deu tempo de ver tudo mas, enquanto a vida vai se ajeitando, os planos continuam, e esperamos em breve conhecer alguns novos lugares e – como você sabe, aos poucos – ir trazendo aqui para o blog nossas experiências.

Por exemplo, no fim de 2024 conhecemos Foz do Iguaçu! Foi nossa primeira visita por lá e foi emocionante. Já contei meu relato aqui no blog e, caso você também queira conhecer as famosas e lindíssimas Cataratas, fica aqui o meu convite para ler a matéria com nosso roteiro completo (clica). Já em 2025, nossos destinos foram “onde e o que deu para encaixar nos feriados”, então visitamos o amado estado de Minas Gerais duas vezes, Tiradentes e Inhotim, e também fomos para o interior de São Paulo e conhecemos Olímpia e seu famoso parque aquático Thermas dos Laranjais. Todos esses posts ainda vão vir aqui para o blog, então aguenta aí que já já a gente traz tudo para cá.

Outra coisa que fizemos em 2025 e que foi bem legal foi visitar o Salão do Turismo, no Anhembi em São Paulo. E é de lá que trago algumas das inspirações desse post que pode, também, ajudar você a preparar aquela próxima viagem dos sonhos e ainda contribuir para o turismo aqui do país. Espero que goste! 🙂

PS: Percebi que esse texto ficou MUITO maior do que eu esperava. Então convido você a pegar a bebidinha de sua preferência (café, chá, suco, água com gás e limão, cerveja, vinho, etc) e ler com calma. Pode salvar e voltar mais vezes para conhecer outros destinos nacionais – ou o próximo -, vou amar sua companhia!

Manifestações culturais

Festa de São João

Desde criança ouço falar de manifestações culturais e festas típicas espalhadas por todo o Brasil e sempre me encantei com a força das tradições e do quão representativo é para cada região poder celebrar e honrar suas raízes em cada uma dessas datas, ano após ano. Das que estão no meu radar há anos está, claro, a super tradicional Festa de São João e, por isso, a região nordeste foi uma das que fiz questão de passar para conhecer e saber mais enquanto visitávamos o Salão do Turismo.

Por lá, “conhecemos” simplesmente o maior São João do planeta, com um recorde de público de mais de 2.7 milhões de espectadores. Tá bom pra você? Estamos falando do São João do Maracanaú, no Ceará, que completou 20 anos de cultura e tradição em 2025 e um dos principais expoentes da cultura nordestina. Ao lado de outros grandes destinos famosos de São João como Caruaru (Pernambuco), Campina Grande (Paraíba) e Mossoró (Rio Grande do Norte), temos aqui uma das maiores manifestações culturais do Brasil e do mundo.

Um dia eu ainda hei de conhecer e participar dessa grande festa que reúne festivais de quadrilhas juninas, profissionais de produção técnica e centenas de grupos juninos que participam dos eventos e transformam os festejos juninos em experiências únicas que são, sem dúvida, inesquecíveis e que ainda geram milhares de empregos e movimentam as economias locais

Festival de Parintins

Se a Festa de São João do Nordeste reúne milhões de pessoas em torno da quadrilha e do forró, o Norte do Brasil tem a sua própria resposta à altura — e que resposta. Na Feira de Turismo que teve em São Paulo pudemos saber mais sobre um evento que eu sempre quis visitar. Aliás, curiosidade básica, a primeira vez que ouvi falar do Festival Folclórico de Parintins foi exatamente no mesmo tipo de feira de turismo, só que lá atrás em meados de 2010 (!).

Na época eu acho que não tinha tanta dimensão de importância cultural/histórica, mas hoje vejo que conhecer o Festival Folclórico de Parintins se tornou quase uma meta/sonho, sabe? E se você quer saber mais sobre o evento, saiba que o festival acontece todo ano no último fim de semana de junho, numa ilha no meio do Amazonas, e é considerado um dos maiores festivais folclóricos do mundo. A disputa é entre dois bois — o Garantido, do coração vermelho, e o Caprichoso, do coração azul — e a rivalidade entre os torcedores é tão apaixonada que divide a cidade literalmente ao meio: cada lado tem suas cores, seus símbolos e sua torcida fanática. É daquelas experiências em que você sente que a cultura não é decoração — ela é a própria vida das pessoas.

O espetáculo acontece no Bumbódromo (AMO esse nome kkkk), uma arena a céu aberto projetada especialmente para o festival, e cada apresentação dura em torno de três horas de música, dança, cenografia monumental e performances que misturam mitologia amazônica, lendas indígenas e uma produção visual impressionante. Cada boi tem seu próprio elenco de figuras típicas — o pajé, a cunhã-poranga, o sinhazinha da fazenda, o vaqueiro — e conta uma história diferente a cada ano, com alegorias que chegam a rivalizar com o Carnaval do Rio em termos de impacto visual. Para quem acha que já viu festa popular, Parintins tem o poder de redefinir completamente o que isso significa.

Chegar até lá faz parte da aventura — Parintins fica a cerca de 420km de Manaus e o acesso é feito de barco ou avião, o que já dá uma dimensão de como o festival consegue reunir turistas do Brasil inteiro e de vários países mesmo estando no coração da Amazônia. Os ingressos e os pacotes costumam esgotar meses antes, então se Parintins entrar na sua listinha (e eu espero que entre!), o planejamento precisa começar bem cedo. É daquelas viagens que a gente sabe que vai ser trabalhosa de organizar — e que vai valer cada detalhe.

Outra curiosidade da minha vidinha aqui – e que você pode ignorar/pular – é que quando fui à Manaus participar do Congresso de Comunicação Intercom 2013, conheci um dos bois na apresentação final do congresso. Achei de uma energia incrível e contagiante quando ele entrou para se apresentar, é daquelas coisas que a gente não explica: só sente!

Cataratas do Iguaçu - Destinos Nacionais

Serra Gaúcha

Um dos destinos nacionais que estão na nossa lista há tempos, mas ainda não conhecemos, é a Serra Gaúcha. Mas, mais do que Gramado e Canela – que também estão na lista, claro -, a nossa prioridade por ali seria uma viagem pelas vinícolas de uma das principais regiões produtoras de vinho do País. Afinal, uma das heranças que trouxemos com a gente do tempo vivido na Itália foi a paixão pelo mundo dos vinhos – mesmo não entendendo muito.

E além de cidades já famosas como Bento Gonçalves, Monte Belo do Sul e Garibaldi, no Salão do Turismo conhecemos também, e por exemplo, Flores da Cunha, que faz parte da região que compõe os Vinhos dos Altos Montes, a cerca de 20km do Aeroporto de Caxias do Sul e 138km do Aeroporto de Porto Alegre. Segundo o material promocional que pegamos lá (sim, guardamos tudo para essa matéria, rs), o município é o maior produtor de vinhos do Brasil, rodeado por vales e montes cobertos por vinhedos e ótimo para ser visitado em qualquer época do ano. O foco aqui é cultura e enogastronomia e um dos destaques é o Menarosto, um prato típico e oficial do município.

Bento Gonçalves, aliás, também esteve presente no Salão do Turismo e o pessoal de lá nos contou sobre alguns eventos bacanas que eles fazem ao longo de todo o ano; por exemplo o Festival de Balonismo, a Pisa de uvas, Jantar sob Estrelas e o Natal nos Vinhedos, com espetáculos circenses, shows e gastronomia. Claro que o atrativo principal por ali não deixa de ser o Vale dos Vinhedos que, segundo eles, é chamado de Toscana brasileira, porque lembra a região italiana. O território possui mais de 30 vinícolas de diferentes portes, desde familiares até grandes empresas com parcerias internacionais, que fazem parte do maior destino enoturístico do Brasil. Os vinhos produzidos ali têm Denominação de Origem (D.O.).

Mais informações:

Flores da Cunha: https://www.turismoflores.com.br/

Vinhos dos Altos Montes: https://vinhosdosaltosmontes.com.br/

Turismo Rural

Para quem quer fugir dos tumultos das cidades e das praias ou quer experimentar passeios diferentes, um outro ‘tipo’ de turismo que notamos um crescimento foi o segmento de Turismo Rural – e muitos destinos nacionais têm apostado na tendência. Rotas temáticas incluem fazendas, empórios e outros tipos de experiências turísticas que impulsionam a economia regional e aumenta a visibilidade de produtores espalhados por todo o Brasil.

No estado do Mato Grosso por exemplo, os sabores, cheiros e histórias da agricultura familiar estão de portas abertas para os visitantes. Uma parceria entre a prefeitura de Sorriso e a Associação Amigos da Terra (Cat), por exemplo, produz roteiros sob agendamento para chácaras e sítios que levam os visitantes a caminhar entre bananeiras e pés de mamão, ver as produções leiteiras, experimentar sabores de licores artesanais de vários tipos, além de aprender sobre as colheitas, conhecer as tecnologias e cuidados com os animais e degustar queijos, sucos naturais, quitutes caseiros e outras receitas de família. Os projetos têm como objetivo conectar com as raízes brasileiras e valorizar quem produz. (Agendamentos pelos contatos (66) 3544-3379 ou [email protected]).

Iniciativa semelhante tem sido adotada em São Paulo, com uma nova Rota do Queijo São Paulo que reúne 102 queijarias em 77 municípios. A ideia é fortalecer a produção artesanal, valorizar produtores locais e integrar turismo, gastronomia e cultura. São fazendas, queijarias, empórios e experiências turísticas voltadas à exaltar o queijo, impulsionar a economia regional e aumentar a visibilidade de produtores paulistas. As rotas abrangem as regiões Alta Paulista, Bandeirantes, Cuesta, Itaqueri e Tietê, Mantiqueira e Vale do Paraíba, Mogiana Paulista, Nascentes, Águas e Serras Paulistas, Noroeste Paulista e Sudoeste Paulista.

Com esses produtos de qualidade na prateleira, o turismo rural ganhou espaço e gerou a oportunidade de transformar visitas às propriedades em experiências únicas e memoráveis. “O turismo rural é uma forma de atrair o público das grandes cidades, que busca contato com a natureza, autenticidade e momentos especiais. Além disso, possibilita aos estabelecimentos rurais a venda de outros produtos locais, como geleias, cafés, bolachas e delícias típicas da região, bem como passeios guiados”, destaca Ana Rita Scozzafave, jurada internacional de queijos, médica-veterinária, consultora no agronegócio e CEO do Grupo SCZ Agro & Agrointeligência.

Xapuri, no Acre

Durante a já mencionada feira de turismo, tivemos a percepção de que a recepção do pessoal do Norte e Nordeste (claro! <3) era muito calorosa! E um dos lugares que mais amamos “conhecer” – pelo menos por enquanto por nome – foi Xapuri, no Acre. Lá no estande, conversamos com o responsável pelo turismo da cidade e ele nos deu várias informações mega interessantes sobre a região que fica às margens do Rio Acre. Conhecemos um pouco mais sobre Chico Mendes e sobre toda a história da luta socioambiental. Enfim, foi super marcante e nos despertou uma vontade ainda maior de explorar mais o nosso país.

Xapuri me parece ser aquele tipo de destino que te surpreende de um jeito que vai além do que você esperava encontrar. Às margens do Rio Acre, no coração do Vale do Acre, a cidade é uma mais emblemáticas da Amazônia brasileira — e também uma das mais carregadas de significado histórico. O nome Xapuri tem origem indígena e está ligado aos povos originários que habitavam a região antes da chegada dos seringueiros. Com o ciclo da borracha, no final do século XIX, a cidade se tornou um dos centros mais importantes da economia extrativista da Amazônia, atraindo migrantes nordestinos e consolidando uma identidade profundamente ligada ao trabalho na floresta.

Durante o século XX, Xapuri entrou para a história como berço da luta socioambiental brasileira. Foi ali que surgiram movimentos pacíficos liderados por seringueiros para impedir o desmatamento e defender seus territórios. Chico Mendes é considerado um dos maiores símbolos dessa resistência. E é exatamente por isso que um dos pontos mais visitados da cidade é a Casa de Chico Mendes, hoje transformada em memorial, onde o espaço preserva objetos pessoais, fotografias, documentos e relatos que contam a trajetória do líder seringueiro e ativista ambiental assassinado em 1988.

Assim como percebi durante minha breve estadia em Manaus em 2013, a paisagem em Xapuri parece mudar conforme a estação do ano. Durante o verão amazônico, por exemplo, o Rio Acre revela extensas praias fluviais de areia fina e águas tranquilas, que se tornam o principal ponto de lazer da população local e dos visitantes.

Além disso, claro que a gastronomia também merece um parágrafo à parte. A culinária xapuriense é simples, afetiva e profundamente ligada à floresta. Nos restaurantes e casas de família, o visitante encontra pratos como peixe frito com baião de dois, galinha caipira e carne de sol, além de iguarias feitas com produtos extrativistas como o açaí puro, a castanha-do-brasil, o buriti e o cupuaçu. Para quem gosta de gastronomia como experiência de viagem (e eu já sei que não sou a única), esse é um prato cheio — literalmente.

Oiapoque, no Amapá

Tem destino que a gente descobre quase por acidente — numa conversa numa feira de turismo, numa indicação de passagem — e que fica martelando na cabeça por tempo demais. Na mesma linha ali de Xapuri, Oiapoque foi assim pra gente.

Até então, eu tinha ouvido falar do Oiapoque só quando usamos a expressão “Do Oiapoque ao Chuí”, sabe? Para falar que é do Brasil todo. Mas nunca tinha me atentado de fato que pode ser um lugar visitável turisticamente. Pois é, mas eis que localizada no extremo norte do Amapá, a cidade faz fronteira com a Guiana Francesa e é banhada pelo Rio Oiapoque, que marca o limite territorial brasileiro.E o que torna esse lugar tão particular é exatamente isso: é a única cidade do Amapá com fronteira internacional — e essa fronteira é com a França.

Sim, a cidade de Oiapoque está na fronteira do Brasil com a União Europeia, o que a torna particular tanto no comércio quanto no estilo de vida da população. Dizem que a mistura é grande, desde a culinária até carros com placas padrão União Europeia, que circulam pelas ruas tranquilamente. Essa mistura toda deve criar uma dinâmica completamente única, que eu gostaria muito de conhecer – e por isso está aqui na lista.

Do lado dos pontos turísticos, a Ponte Binacional Franco-Brasileira, inaugurada em 2017, liga Oiapoque a Saint-Georges, na Guiana Francesa, e é um dos pontos mais visitados da cidade. Mas tem mais: o Museu Kuahí é um dos principais espaços culturais do Amapá, dedicado à história e à cultura dos povos indígenas do Oiapoque, como os Palikur, Galibi-Marworno e Karipuna, que preservam tradições e saberes ancestrais. E claro, tem o famoso monumento “Aqui Começa o Brasil” — uma daquelas fotos que dizem tudo sem precisar de legenda.

Um detalhe prático importante: brasileiros precisam de visto para entrar na Guiana Francesa, que pode ser solicitado no consulado da França em Macapá — então se a ideia for cruzar a ponte e conhecer o outro lado, o planejamento precisa incluir essa etapa com antecedência.

Sabores brasileiros

Claro que cada um dos destinos nacionais aqui desse texto seria planilhado e acompanhado de pesquisa sobre os pratos típicos de cada lugar. Como você talvez tenha reparado, voyajante, ao longo dos anos nossas viagens – e roteiros por aqui – começaram, também, a considerar a gastronomia local como parte da experiência de viagem.

Essa mini-introdução serve para dizer que, enquanto dava uma pesquisada geral sobre os destinos que poderíamos incluir por aqui, também passamos, claro, por sugestões de pratos típicos interessantes que achei legal citar e que complementam muito bem a experiência de uma boa viagem.

Lagarto, localizada no coração do Sergipe, por exemplo, trouxe que a culinária do município tem iguarias que valem a visita como a maniçoba, um prato rico e saboroso preparado com folhas de mandioca moídas e carnes defumadas. Outro símbolo da região é o arroz de galinha lagartense, preparado com temperos típicos que exaltam o melhor da comida nordestina, segundo eles. Tudo isso pode ser degustado durante as manifestações culturais e religiosas que acontecem por ali, festas como o Festival da Mandioca, a Vaquejada e a festa de Nossa Senhora da Piedade são momentos em que é possível vivenciar a cultura local e também aproveitar e experimentar os pratos.


Destinos Nacionais: onde mais ir?

Escrevendo esse texto, por pura coincidência, recebemos um material bem legal do pessoal do Guia Viajar Melhor. Eles acabaram de lançar um especial com 101 viagens pelo Brasil. Bacana né? Achei que complementaria bem a nossa matéria sobre destinos turísticos para conhecer no Brasil e, por isso, fica aqui o link para você acessar o especial que reúne uma seleção de destinos turísticos espalhados por todas as regiões do país, com informações sobre atrações locais, experiências culturais, roteiros históricos e opções para quem deseja descansar próximo da natureza.

Segundo eles, o material foi pensado para servir como um guia de apoio ao planejamento de viagens dentro do Brasil e contempla diferentes perfis de viajantes. A lista inclui desde praias e parques nacionais até cidades históricas e grandes centros urbanos, passando por roteiros voltados ao ecoturismo, rotas de gastronomia e destinos de aventura.

Opções em todas as regiões

No Norte do país, a seleção prioriza roteiros ligados à floresta e atividades que valorizam passeios na natureza. O Parque Nacional de Anavilhanas, no Amazonas, aparece como um dos principais exemplos aos amantes de cenários naturais, assim como Belém (PA), destacada pela gastronomia e pela importância cultural, servindo como uma das portas de entrada da maior floresta tropical do mundo. 

Segundo o especial, a capital que ocupou os noticiários do mundo todo ao se tornar a cidade sede da COP30 se destaca como um dos destinos mais surpreendentes do Brasil. O Jalapão, no Tocantins, também integra a lista, com seus fervedouros, dunas e paisagens naturais.

No Nordeste, o guia reúne praias e cidades históricas. Jericoacoara (CE) é citada como um refúgio entre dunas e lagoas cristalinas, enquanto Maragogi (AL) se destaca pelas piscinas naturais. Salvador (BA) aparece representada pelo Pelourinho, símbolo da herança colonial e da cultura afro-brasileira, e os Lençóis Maranhenses (MA) figuram entre os principais atrativos naturais da América do Sul.

O Centro-Oeste é representado por destinos voltados ao turismo ecológico. Bonito (MS) é lembrado pelos rios de águas cristalinas, pelas cavernas alagadas e pelas inúmeras cachoeiras, assim como a Chapada dos Veadeiros (GO) – um dos parques nacionais mais visitados do Brasil. O Pantanal, que se estende por Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, aparece como referência para observação e preservação da fauna silvestre.

No Sudeste, o especial combina história, cultura e natureza. Ouro Preto (MG) é destaque pelo conjunto arquitetônico colonial extremamente preservado, enquanto Paraty (RJ) e Ilha Grande (RJ) reúnem praias paradisíacas, trilhas e patrimônios históricos. Em Minas Gerais, o Instituto Inhotim, em Brumadinho, é citado pela integração entre arte contemporânea e paisagismo, servindo como um roteiro intrigante para casais, artistas e famílias que desejam conhecer um outro lado de Minas Gerais.

Já no Sul, a lista inclui as imponentes Cataratas do Iguaçu (PR), as cidades da já citada aqui Serra Gaúcha (RS) como Canela, Gramado e Bento Gonçalves, e a Serra do Rio do Rastro (SC), famosa pela estrada sinuosa e pelos mirantes com vista para as montanhas catarinenses.


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