As montanhas-russas radicais do Busch Gardens, em Tampa

Quem leu nosso relato de 2014 no Busch Gardens pode imaginar como eu e o Bruno estávamos mega ANSIOSOS para essa volta ao parque em 2019. Após a frustração de nossa primeira vez no parque ser marcada por uma chuva torrencial (ala Epcot em 2019) que acabou com nossos planos de irmos em todas as montanhas-russas por ali, dessa vez conferimos a previsão do tempo e fomos animadíssimos percorrer os cerca de 135 quilômetros que separam Orlando de Tampa, cidade onde o parque está localizado.

Esse foi o dia em que o grupo estava maior: onze pessoas! Nós oito da casa, o casal de amigos que estava no hotel e minha amiga Pamella que havia chegado para passar o fim de semana com a gente. Fomos então em três carros até o parque. Chegando lá, já seguimos direto para a Cheetah, praticamente a única montanha-russa que fomos em 2014, kkkkk. E posso dizer que ela continua maravilhosa. Depois entramos na fila da Cobra’s Curse mas, infelizmente, não era o dia de conhecermos ela. Toda hora a atração dava problema e eles paravam a fila sem tempo previsto para volta. Entramos na fila dessa atração umas quatro vezes ao longo do dia – e em todas aconteceu a mesma coisa -, então entendemos que não era mesmo o dia de ir nessa montanha-russa diferentona.

Grupo cheio no dia que visitamos o Busch Gardens em 2019

Aliás, contei isso aqui em cima porque não foi um fato isolado. Várias vezes ao longo do dia, em diferentes atrações, infelizmente acontecia a mesma coisa. O tempo todo, quando estávamos nas filas, as atrações paravam por questões técnicas, para manutenção e tudo o mais. A gente entende que é uma questão de segurança, mas isso impactou diretamente na diversão do grupo que, aos poucos, foi perdendo a coragem e se dissipando. No fim, dos onze que estavam no grupo, sobramos em cinco pessoas. Os demais ficaram passeando pelo parque e/ou nos ajudando com as bolsas e mochilas, rs

Apesar disso – que foi bem frustrante – recomendo e continuo recomendando o Busch Gardens. Para quem gosta de montanhas-russas, o grupo do Sea World é realmente o que tem as mais divertidas. E, gente, podemos falar sobre aquela Sheikra? O que é aquilo? É simplesmente maravilhosa!! Além disso, eles estão também sempre trazendo novidades, como a Tigris, que era uma das mais novas por ali (aproveitando, nós gostamos dela, mas não amamos, hahahaha).

Também preciso só pontuar, antes de colocar aqui embaixo todas as atrações que fomos, sobre a Falcon’s Fury. Essa torre continua incrível e, sim, dessa vez fomos umas três ou quatro vezes nela, hahahahaha.

Minha amada Falcon’s Fury em todo seu esplendor

Atrações do Busch Gardens

Tigris – essa era a nova montanha-russa do parque quando fomos em 2019. Gostamos, mas não amamos.

Sheikraessa é a minha preferida (junto com a Falcon’s Fury). Fomos várias vezes, porque o jeito que ela nos deixa parados pendurados no ar, você sabe, é especial, hahahahhaa.

Cobra’s Curse – queria, mas não fui porque não saia nunca da manutenção técnica

Cheetah Huntacabamos indo só uma vez porque ela fica mais longe das demais do parque – pertinho da entrada. Aí não repetimos. Mas eu amo!

Montu – é bem legal, apesar de “forte”, Parece mais uma montanha-russa “comum”. No site deles diz que é a montanha-russa invertida favorita da Flórida.

Falcon’s Fury – eu AMO a Falcon’s Fury. Nós fomos várias vezes e, quando voltarmos no Busch, iremos mais várias vezes. Basicamente é uma torre que, antes de cair, deixa você virado para o chão, hahahaha.

Congo River Rapidsé o riozinho lá que molha. Só que ela é bem injusta: molha MUITO algumas pessoas, e outras nem tanto. Dessa última vez, minha cunhada ficou ensopada o dia inteiro, tadinha hahahaha. A gente geralmente vai, e depois vai nas montanhas-russas mais um pouco, para ajudar a secar, kkkkk.

Veja todas as atrações do Busch Gardens em Tampa no site oficial do parque.

Essa Congo River Rapids molha bastante!

Só para finalizar, não sou a melhor pessoa para conversar com quem tem medo de atrações radicais. Respeito quem não ama as montanhas-russas e, por isso mesmo, não sei se compensa levar 1h30 até Tampa para quem não curte esse tipo de atração. Mas vai de pessoa para pessoa e também depende muito da companhia – se as pessoas do grupo gostam ou não. Pelo menos eu e o Bruno continuaremos colocando um dia inteiro para o Busch Gardens porque realmente gostamos – apesar de ficarmos um pouco chateados com toda essa questão das atrações parando toda hora para manutenção ou problemas técnicos.

Finalizando então mais um post sobre a viagem para Orlando por aqui. Seguindo o baile, começo amanhã o próximo post sobre a segunda semana na cidade. Dessa vez com menos Disney e mais Universal. Bora? Continue acompanhando a gente por aqui! 

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